
A vontade de doar órgãos pode ser registrada em vida, mas isso não significa que a doação esteja garantida após a morte.
Em entrevista para o VIVA Notícias, o sócio Marcelo Romão Marineli explica como funciona a autorização para a doação de órgãos no Brasil e quais são os limites da legislação atual.
Entre os pontos abordados, estão a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO) e a necessidade de autorização familiar prevista na Lei nº 9.434/1997.
Marineli esclarece, ainda, por que manifestar esse desejo aos familiares é uma medida importante para que a decisão seja considerada no momento do óbito.
Confira a entrevista completa e entenda o que a legislação estabelece sobre o tema
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